Cão Orelha: pré-candidato, delegado-geral de SC rebate críticas à investigação e ataca a esquerda

Foto: Reprodução

 

O delegado-geral da Polícia Civil de Santa Catarina (PCSC), Ulisses Gabriel, rebateu críticas sobre o andamento das investigações da morte do cão Orelha, em Florianópolis. O caso foi denunciado às autoridades em 16 de janeiro e, inicialmente, quatro adolescentes foram investigados por envolvimento no crime – a participação de um deles foi recém-descartada mais adiante.

“Você não vai resolver. O POVO vai. Bolsonarista acéfalo do krl”, escreveu um internauta para o delegado, que rebateu o comentário com dados da segurança do estado. “Aqui bandido não é vítima da sociedade”, acrescentou Ulisses Gabriel.

No mês passado, em entrevista ao Jornal do Guarujá, o chefe da PCSC confirmou sua pré-candidatura à Assembleia Legislativa catarinense. Ele afirmou que deve se desincompatibilizar do cargo em fevereiro para disputar as eleições de 2026. Pelo X, ao rebater os questionamentos pelo caso Orelha, o delegado-geral enfileirou ataques à esquerda.

“E eu que pensava que o propósito da esquerda era paz e amor. Deve ser apenas os pares e para os traficantes. Ao invés de nos atacar, cobrem de seus deputados a redução da maioridade penal, a melhoria das polícias e o recrudescimento das leis penais. Hiprocrisia de momento”, destacou.

Ulisses Gabriel atribuiu as críticas ao fato de Santa Catarina ser um “estado de direita”, embora o caso tenha unido nomes de diferentes espectros políticos pela punição dos agressores de Orelha.

Fonte: O Globo

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