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Foto: Giuseppe CACACE / AFP
Apesar do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, dizer que o Irã concordou em nunca mais fechar o Estreito de Ormuz, o país está considerando isso se o bloqueio naval dos EUA não for interrompido. As informações são da agência de notícias Fars, afiliada à Guarda Revolucionária Islâmica, citando uma fonte próxima ao Conselho Supremo de Segurança Nacional.
A fonte afirmou que o Irã havia inicialmente concordado, como parte de um plano de cessar-fogo mediado pelo Paquistão, em permitir que um número limitado de embarcações transitasse diariamente pelo Estreito de Ormuz, mas suspendeu o acordo depois que o cessar-fogo não foi implementado no Líbano e não foi estendido ao Hezbollah e a Israel.
Segundo a fonte, o Irã reabriu o Estreito após o cessar-fogo no Líbano, sujeito a três condições:
‘Os navios devem ser comerciais. A passagem de embarcações militares é proibida, e nem os navios nem suas cargas podem ter qualquer ligação com países hostis. As embarcações devem passar por rotas designadas pelo Irã, e o trânsito deve ser coordenado com as forças iranianas responsáveis pela gestão da passagem’, declarou para a Fars.
Além disso, o Irã está removendo ou já removeu, com a ajuda dos Estados Unidos, todas as minas marítimas no Estreito de Ormuz, revelou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em publicação na rede social Truth Social nesta sexta-feira (17).
O republicano também comentou que recebeu um telefonema da OTAN questionando se precisava de alguma ajuda sobre Ormuz.
‘Eu disse para eles ficarem longe, a menos que só queiram abastecer seus navios com petróleo. Eles foram inúteis quando precisamos deles, um tigre de papel!’.
Fonte: CBN